O plano de manejo está sendo encaminhado para aprovação pelo IBAMA.
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Conheça aqui alguns pontos principais do plano:
Censo e mapeamento
Foi realizado o levantamento de 100% dos indivíduos da espécie de interesse a serem explorados.
Um conjunto de vinte indivíduos produtivos interligados através de uma pequena abertura (caminho) na floresta constitui um “pique”. O conjunto de mais de um pique constitui uma trilha. Os indivíduos de cada pique receberam plaquetas de alumínio com sua numeração de ordem (de 01 a 20).
Dessa forma, foram abertos vinte piques com vinte indivíduos produtivos cada, totalizando quatrocentos indivíduos a serem manejados.
O georeferenciamento foi realizado pelos pesquisadores do PESACRE, os quais coletaram com aparelhos de GPS as coordenadas geográficas ao lado de todos os indivíduos selecionados.
Utilizando imagens de satélite, foram elaborados mapas esquemáticos de numeração, disposição e localização geral do conjunto de piques.
Medidas mitigadoras
Quando os resultados das análises dos gráficos da estrutura de população indicarem uma queda brusca ou considerada de risco no tocante ao total de indivíduos necessários para perpetuação da espécie, especialmente da Classe I, deve-se interferir no processo através da aplicação de medidas mitigadoras mais específicas como, por exemplo: transplantio das plântulas de tucumã que se encontram no raio de três metros da planta matriz a ser explorada;