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ESCLARECER PARA EMPODERAR Essas são algumas das perguntas que permeiam reuniões comunitárias em aldeias indígenas, ribeirinhos, seringueiros da Amazônia, mesmo que o foco da reunião não seja a questão da biopirataria. Há quase duas décadas essa constatação demonstra a preocupação dos povos da floresta em cuidar do seu patrimônio e de seus saberes. A inquietação desses povos tem fundamento nos casos de biopirataria ao longo da história do Brasil, desde o pau-brasil, a seringa, a quinina e a ayahuasca e mais recentemente o cupuaçu, o açaí, a unha de gato, a “vacina do sapo”, a espinheira santa, o jaborandi, entre outros. Neste sentido os Projetos PPBIO, PGAI e Aldeias Vigilantes, visando envolver as Sociedades Tradicionais da Amazônia, os pesquisadores convencionais, numa discussão e empoderamento sobre o assunto: Acesso aos Conhecimentos Tradicionais e aos Recursos Genéticos, bem como os temas co-relatos, apresentam o Evento Ciência e Saber na Amazônia: O Valor do Conhecimento, conforme programação |